No finalzinho de janeiro Nicholas esteve em Park City, Utah, para promover seus filmes “Rebel in the Rye” e “Newness” no Festival de Cinema, Sundance. Confira neste post todos os vídeos e as imagens de Nicholas pelo festival.

Candids

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Candids > 2017 > (22/01) Em Park City, Utah 

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Candids > 2017 > (23/01) Em Park City, Utah

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Candids > 2017 > (24/01) Em Park City, Utah

Photoshoots

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Photoshoots > 2017 > Wire Image – Sundance Film Festival

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Photoshoots > 2017 > LA Times – Sundance Film Festival

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Photoshoots > 2017 > Getty Images – Sundance Film Festival

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Photoshoots > 2017 > People – Sundance Film Festival

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Photoshoots > 2017 > Deadline – Sundance Film Festival

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Photoshoots > 2017 > AP Images – Sundance Film Festival

 

Premieres

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Premieres > 2017 > (24/01) Premiere de Rebel in the Rye – Sundance Film Festival

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Premieres > 2017 > (25/01) Premiere de Newness – Sundance Film Festival

 

Estúdios

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Eventos e Premiações > 2017 > (22/01) Estúdio da AT&T – Sundance Film Festival

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Eventos e Premiações > 2017 > (23/01) Estúdio do IMDb – Sundance Film Festival

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Eventos e Premiações > 2017 > (23/01) Estúdio da Variety – Sundance Film Festival

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Eventos e Premiações > 2017 > (23/01) Estúdio do Deadline – Sundance Film Festival

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Eventos e Premiações > 2017 >(24/01) Estúdio do Creators League – Sundance Film Festival

Mídias Sociais

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Fotos de Fãs > 2017 > Sundance Film Festival – Janeiro

Newness, novo filme do diretor Drake Doremus e estrelado pelo Nicholas, foi exibido para os críticos no Sundance Film Festival. O Collider publicou sua review sobre o filme. Confira:

ATENÇÃO: O TEXTO CONTÉM SPOILERS!

Amor é uma emoção universal. É algo que cada ser humano pode se identificar, e é por isso que muitas das melhores obras de arte são sobre este tópico. O cineasta Drake Doremus tem uma habilidade para abordar o amor de forma íntima, colocando sua própria rotação em um relacionamento específico em cada sucessivo filme. Like Crazy abordou o amor jovem e as relações a longa distância; Breathe In o amor crônico proibido; E Equals, do ano passado, destacou a própria emoção específica contra um amplo cenário sci-fi. Mas para seu último filme, Newness, Doremus zera no ato de amar, enquanto narra como é navegar em relacionamentos na era dos apps de namoro e gratificação instantânea. O filme explora uma relação muito específica com uma intimidade envolvente que está presente em seus filmes anteriores, repleto de imagens impressionantes e altas emoções, tudo impulsionado por um par de performances fantásticas de Nicholas Hoult e a recém-chegada Laia Costa.

Hoult interpreta Martin, um farmacêutico que está até os joelhos no hábito de usar um novo aplicativo de encontros. Viver em Nova York dá a Martin abundância para escolher, e estes encontros de uma noite oferecem uma nova maneira de se aproximar de relacionamentos – que é o que ele está procurando após um curto casamento que terminou mal. Costa, por sua vez, interpreta Gabi, uma jovem que também mora em Nova York, e  usa o mesmo aplicativo de encontros, que até se aventura em vários encontros em uma noite. Por sorte, em uma noite particular, tanto Martin como Gabi “deslizaram para a direita” um para o outro, e eles vão a um encontro que os pega conversando, beijando e transando até as primeiras horas da manhã.

Foi neste momento que eu percebi que o filme nos daria detalhes do inicio do relacionamento, focalizando naquela fase “clara e brilhante” quando tudo se parece novo e você não pode ficar longe de seu parceiro. Refrescantemente, Doremus não faz isso. Em vez disso, ele foca sobre os estágios iniciais para chegar à fase “chata” de um relacionamento, quando você está instalado, confortável e, finalmente, em um lugar onde você preferiria dormir do que ter relações sexuais.

É aqui onde se concentra o foco de Newness, aquela parte de um relacionamento onde você realmente tem que lutar por ele. Infelizmente para Martin e Gabi, meses de gratificação instantânea e constante novidades em seu app de encontros tornam este período de adaptação bastante difícil. Depois de uma fase difícil bastante séria, os dois decidem tentar um relacionamento aberto, incitando-se mutuamente  em vários encontros sexuais que envolvem estranhos. É um band-aid sobre um vazamento de água, e logo esse vazamento transborda e arruina tudo à sua vista.

Newness carrega a mesma intimidade que permeia os outros filmes de Doremus, mas essa reviravolta em uma história de amor tradicional – a decisão de não procurar no Google e ir direto para um relacionamento confortável – prova ser uma arena frutífera para a sua marca de cineasta. O diretor está trabalhando a partir de um roteiro do frequente colaborador Ben York Jones, mas Newness também possui um cinematógrafo (Sean Stiegmeier) e compositor (Gwilym Gold) diferentes dos esforços anteriores de Doremus.  Dado que o impacto do trabalho anterior de Doremus descansou em parte no concerto da trilha sonora e da impressionante cinematografia, estava curioso para ver que efeito esta mudança teve no filme. Como se vê, a cinematografia é adequadamente claustrofóbica e linda ao mesmo tempo, e a trilha sonora sublinha maravilhosamente as questões de um jovem relacionamento. Que este ainda se parece como um filme de Drake Doremus, apesar de ter diferentes colaboradores nos bastidores, é um testamento à sua clareza de visão e execução como um cineasta.

E em termos do elenco, Nicholas Hoult tem feito um trabalho fantástico por anos, mas ele é delicado aqui. É uma de suas melhores performances até agora  enquanto ele é capaz de mostrar o remorso de Martin e a ansiedade sem infundir o filme com um protagonista depressivo. É um desempenho cada vez mais complexo, já que Martin é impedido por uma variedade de emoções – algumas contraditórias -, mas Hoult atinge a nota perfeita, culminando em uma emotiva cena final que ainda não consigo tirar da cabeça.

Costa, também, é impressionante como a graciosa e infecciosamente charmosa Gabi, e de fato Doremus tem uma habilidade para lapidar as brutas e complicadas performances de seus atores. Torna-se um pouco frustrante ver Gabi falhar em sua luta para ser monogâmica tão freqüentemente (Martin também sofre de problemas semelhantes, mas seu arco tem mais a ver com seus sentimentos por sua ex-mulher), mas isso não é culpa do filme. Ela é uma personagem complicada e a combinação de Gabi e Martin cria um drama convincente – mesmo se você quiser gritar para ambos resolverem suas merdas e ficarem juntos.

Tal como Equals e Breathe In, Newness também conta com algumas memoráveis atuações de apoio como as de Danny Huston e Matthew Gray Gubler. Doremus tem tal talento para atrair intensa intimidade de personagens, mesmo que eles tenham um tempo de tela limitado, e enquanto Equals lhe ofereceu a oportunidade de brincar em um universo de sci-fi, eu ainda estou ansioso para vê-lo trazer este nível de personagem para uma muito mais tradicional trama focada na narrativa. Newness é um passo nessa direção, uma vez que trata de relacionamentos de uma maneira única, mas apenas testemunhando o quanto Doremus é capaz de extrair desses artistas em papéis tão pequenos é um puro deleite.

Newness marca uma entrada movimentada, envolvente e sim emocionalmente carregada na filmografia de Doremus, e se você é um fã de seus outros filmes ou não, eu acho que você vai descobrir que este é um prazer de se ver. Além disso, como Doremus estreita seu foco universal no amor para um relacionamento muito complicado, ele bate em algumas verdades que, sem dúvida, lhe atingirá.

Relacionamentos são difíceis. Amar é trabalhoso. Você não leva simplesmente aqueles primeiros meses de novidades com você ao longo dos anos, então você leva tempo e esforço para realmente, verdadeiramente amar alguém. Você pode passar toda a sua vida procurando por novidades, mas você vai acabar sozinho e insatisfeito. E embora possa ser difícil, o amor de um relacionamento de longo prazo é muito mais satifatório e gratificante do que qualquer coisa daqueles primeiros meses. Essa é uma lição difícil de aprender para alguns, especialmente Martin e Gabi, mas a Newness oferece esperança de que o amor é possível – e alcançável – na era digital. Se você está disposto a lutar por isso.

Classificação: B+

Newness ainda não tem uma data de lançamento.

Fonte | Tradução: Bruna – NHBR

Foi anunciado recentemente que Newness, novo filme do diretor Drake Doremus estrelando Nicholas Hoult, terá sua estreia no Sundance Film Festival no dia 25. Confira detalhes sobre o projeto:

O novo filme de Drake Doremus, Newness, é um filme raro que foi mantido em segredo quase que por acidente. Uma adição de último minuto ao Sundance Film Festival, o filme foi financiado e produzido tão rapidamente que a equipe de cineastas pularam os anúncios normais de elenco e outros esforços públicos que acompanham a maioria dos filmes de Hollywood. Não é que os produtores tentaram manter fora do radar – eles estava apenas muito ocupados fazendo o filme de verdade.

É o quarto filme de Doremus a estrear em Park City após “Douchebag”, “Like Crazy” e “Breathe In”, o filme estrela Nicholas Hoult e Laia Costa como um casal em uma Los Angeles contemporânea navegando no mundo de namoro virtual e a cultura dos encontros baseados em redes sociais. O filme co-estrela Matthew Gray Gubler, Courtney Eaton, Danny Huston e Courtney Eaton.

O escritor de “Newness”, Ben York Jones (“Like Crazy,” “Breathe In”), primeiramente enviou o roteiro para o produtor Michael Pruss, da Scott Free Productions, em agosto, que ajudou a arrecadar um orçamento de 10 milhões de dólares da empresa recém formada do produtor Mason Novick, Lost City, em setembro. As filmagens começaram no dia 16 de outubro.

“Nós tivemos sorte que o primeiro rascunho do roteiro que eu li era incrivelmente forte,” Pruss contou ao IndieWire. “Lost City entrou de cabeça.” O primeiro e único outro filme da empresa é o suspense de ficção científica “ARQ” que estreou no Toronto Film Festival e foi distribuído pelo Netflix.

“Newness” é o segundo filme de Doremus a ser produzido pela Scott Free Productions, após “Equals”, que Hoult também estrelou, apesar de sua performance mais recente ser diferente de qualquer papel que ele interpretou, de acordo com Pruss. “Esse é um lado diferente do Nick – um lado muito complexo e uma performance emocionalmente madura que ainda não vimos,” ele disse. Pruss adicionou que “Newness” é a visão de Doremus sobre o romance em 2017, especificamente como namoro online e aplicativos de namoro influenciaram o jeito que a geração aborda o amor.

“Isso realmente mudou profundamente não só a percepção das pessoas sobre relacionamentos, mas suas expectativas,” Pruss disse. “Nós estamos sempre em nossos celulares – pedindo comida ou assistindo filme – e sexo e namoro se tornou uma extensão disso. De alguma forma, a tese do filme é entender essa tensão entre felicidade e hedonismo.”

Uma das razões pela qual Novick escolheu financiar tão rapidamente o filme foi o quanto o assunto interessa nos dias atuais. “O filme é muito atual, e nós sentimos a necessidade de fazer agora,” Novick disse. “Drake realmente sentiu que isso é o que acontecendo hoje.”

Apesar de editar o filme a tempo para o Sundance nunca ter sido parte do plano, o primeiro corte foi finalizado pouco antes do Natal e convenceu a todos envolvidos no projeto que o filme poderia ser finalizado a tempo de estrear no festival em 2017. “Se tivéssemos visto e dito que não estava pronto, não iríamos forçar,” disse Novick.

Rebel in the Rye terá sua primeira exibição no Sundance Film Festival, que ocorre do dia 19 ao dia 29 de janeiro!

Rebel in the Rye / U.S.A (Diretor e roteirista: Danny Strong) – Este retrato da vida e mente do solitário autor J.D. Salinger vai da sangrenta linha de frente da Segunda Guerra Mundial para suas primeiras rejeições e o bloqueio cheio de estresse pós traumático que o levou para seu icônico livro, The Catcher in the Rye. Elenco: Nicholas Hoult, Kevin Spacey, Sarah Paulson, Zoey Deutch, Hope Davis, Victor Garber

O diretor brasileiro de Sand Castle, Fernando Coimbra, conversou com o site Omelete sobre seu primeiro filme em língua inglesa e como foi trabalhar com Nicholas e Henry Cavill. Confira:

Como foi a troca com Nicholas Hoult e Henry Cavill?

Coimbra: Não podia ser melhor. O Nick Hoult já estava envolvido no projeto antes de mim. Como protagonista, ele queria ir a fundo nessa história e nesse personagem. A gente teve uma colaboração muito forte e intensa. O Cavill, desde que leu o roteiro, queria muito fazer o filme e isso é um fator fundamental. Mesmo estando envolvido na franquia milionária do Superman, ele queria fazer esse filme independente, que mostraria uma faceta diferente dele. Nós mudamos o visual dele completamente. Ele está quase irreconhecível. Cavill é um cara muito simples e humilde. É muito fácil de trabalhar.

O filme chega em 2017 pelo serviço de streaming Netflix!

Nicholas esteve presente na premiere de Collide, que aconteceu hoje em Cologne, na Alemanha. Confira as fotos na galeria:

Aparições Públicas > Premieres > 2016 > (01/08) Premiere de ‘Collide’ na Alemanha [HQ]

Aparições Públicas > Premieres > 2016 > (01/08) Premiere de ‘Collide’ na Alemanha [MQ]

Outros > (01/08/2016) Premiere de ‘Collide’ na Alemanha

Nicholas conversou com o site AZ Central por telefone durante o período de divulgação de Equals e falou sobre o filme e como foi a experiência de gravar longe de casa, confira:

Depois de ficar famoso como um ator mirim em “About a Boy,” Nicholas Hoult interpretou o peludo azul Beast em três filmes de “X-Men”, um zumbi sensível em “Warm Bodies” e o garoto de guerra em “Mad Max: Fury Road”.

A estrela britânica de 26 anos não ruge ou grita muito em seu último projeto, “Equals,” uma história de suspense sci-fi de amor proibido que se passa em um futuro distópico onde todas as emoções humanas foram reprimidas geneticamente. Mas quando seu personagem, Silas, é diagnosticado com “Switched On Syndrome,” ele começa a sentir pela primeira vez. E com a estrela de Twilight, Kristen Stewart como sua co-estrela, não é muito difícil de adivinhar onde isso pode chegar.

Hoult falou por telefone sobre seu indie em lançamento com o diretor Drake Doremus (“Like Crazy”).

Como é para um ator interpretar um personagem sem emoções?

É surpreendentemente estranho, porque seu instinto natural é sentir alguma coisa, e então tentar conter isso é um jeito completamente desumano de interagir. O estilo do Drake, o jeito que ele queria as coisas transmitidas era bem pequeno e sutil e contido porque é um despertar para esses personagens. Então é um desafio diferente, mas algo que eu realmente gostei de explorar com esses caras.

Como ele trabalha como diretor?

Ele é alguém que é tão apaixonado e está realmente fazendo filmes pelas razões certas. E muito colaborativo. Ele cria um ambiente onde você completamente esquece que você está fazendo um filme, praticamente. Você captura momentos que são muito reais e honestos, e isso é tudo que ele quer. Você complemente se perde nisso, e é raro, sabe. Normalmente tem um jeito rígido ação, corta, e você faz seu trabalho entre essas coisas, que não é a forma como isso funcionou de maneira alguma.

Como você se preparou. Teve muitos ensaios?

Isso foi com menos ensaio possível. Era mais sobre explorar no momento e deixar as câmeras rodando e fazendo longas tomadas e improvisando. Ensaio teve mais a ver com Drake, Kris e eu conhecendo uns aos outros, ficando tão confortáveis uns com os outros e confiando uns nos outros, que havia esse cobertor de segurança em volta de nós.

Você teve um vínculo com Kristen Stewart por que ambos eram atores mirins?

Na verdade não. Isso é algo que é obviamente parte de nossas vidas. Parte da coisa que nos faz similares é o fato que nós não estamos realmente no mundo clássico da atuação e treinamento, particularmente. Nós somos pessoas curiosas, e ela é incrivelmente inteligente e em contato com suas emoções. Então ela é inspiradora de se estar por perto. Ela é muito apaixonada e se importa de coração com filmes e contar histórias, e também aquele momento. Então é incrível fazer cenas com ela, por que o mínimo movimento com os olhos ou tremor da sua voz, você capta com tão pouco.

O filme foi gravado no Japão e Singapura. Isso foi uma aventura?

Nós viajamos por todo o Japão, porque havia um arquiteto (Tadao Ando) que desenhou todos esses museus e universidades e escritórios, essas estruturas imensas de vidro e aço que eram tão imaculadas e futuristas e tinha ângulos maravilhosos para o John (Guleserian), o diretor de fotografia, filmar. Elas eram parte da composição do filme. Uma das coisas mais incríveis sobre gravar filmes em locações é que muito poucas pessoas são de lá. É uma experiência que todos vocês estão tendo juntos. Vocês todos ficam no mesmo hotel e vivem juntos, basicamente, por meses. Você se torna muito próximo, e você está tendo todos esses ‘primeiros’ junto. Isso aproxima todo mundo mais do que se você estiver fazendo um filme enquanto as pessoas estão vivendo em casa e tendo vidas separadas e preocupações no mundo real.

Então, como é ter sua vida amorosa sendo notícia?

O que está escrito não é verdade de qualquer maneira, então na verdade é bem engraçado. E se você olhar isso no final das contas, eu acho que todo mundo tem suas próprias coisas em sua vida e coisas mais importantes acontecendo com elas, então a expressão britânica que eu normalmente uso para esse tipo de coisa é “tempestade em uma xícara de chá.”

Qual é a sua melhor história do set de “Mad Max”?

Oh, caramba, você está voltando lá atrás agora. Tem muitas coisas incríveis. Eu fiquei arrepiado naquele set muitas vezes só pelo ambiente e o barulho e o gosto do deserto e assistir os dublês e veículos fazendo seus trabalhos. Provavelmente só George Miller, o quão calmo no meio de tudo aquilo ele estava, quão gentil, quão ciente de todo mundo em volta dele e como ele conseguiu manter a calma entre 700 pessoas no meio do deserto da Namíbia. Foi extraordinário de se assistir, e é isso que o faz um diretor fenomenal.

E quanto a “Warm Bodies”?

Uma das minhas memórias favoritas disso foi na verdade o processo de audição, onde eu apareci na casa do Jonathan Levine em LA. Ele estava tipo, “Você acha que pode fazer isso?” E eu estava tipo, “Eu não faço ideia do que fazer.” Então eu apenas meio que cambaleava pela sala de estar dele grunhindo um pouco e fazendo as cenas. E então um caminhão de sorvete passou, e eu estava tipo, “Soooorveeete,” e eu acho que esse foi o momento que ele decidiu me dar o emprego.

Fonte

Nicholas conversou com o Chicago Sun Times durante o período de divulgação do filme Equals. Confira:

Em ‘Equals‘, Nicholas Hoult e Kristen Stewart interpretam dois indivíduos vivendo em uma sociedade do futuro onde todas as emoções foram sistematicamente removidas das vidas das pessoas. Não há guerra, raiva ou crime, mas as emoções boas também foram eliminadas.

O diretor Drake Doremus (‘Like Crazy’, ‘Breathe In’) e seu time de produção criaram um ambiente muito duro e antisséptico, o qual eles deram vida no Japão.

Essa existência calma e extremamente entediante é um desafio para Silas, personagem de Hoult, e a Nia de Stewart que percebem que eles foram afetados por uma doença que acorda suas emoções totalmente ilegais e ocultas.

‘Equals’, é claro, então se torna um romance de ficção científica, com os dois lutando para esconder seus sentimentos em um mundo que não os valoriza.

Como o papel principal de um ator na sua vida é exalar uma variação de emoções, Hoult entendeu a ironia de interpretar um personagem – especialmente nas primeiras cenas – onde tudo isso está reprimido.

“Na verdade, sempre que eu leio um roteiro, eu gosto de achar esses personagens que mudam e evoluem com o decorrer da história. Claro, nesse caso, essa evolução foi mais evidente do que qualquer papel que eu tenha interpretado anteriormente.”

Doremus é conhecido por sua habilidade de improvisar livremente com seus atores, um fato que Hoult amou. “De fato, eu acredito que esse seja o primeiro filme do Drake que teve um roteiro,” disse Hoult. “Mas o tempo mais importante que passamos improvisando foi antes de começar a fotografia principal. Kristen e eu passamos muito tempo fazendo isso nos ensaios, mas não foi como se estivéssemos lendo nossas falas. Foi sobre conhecer um ao outro e se sentir confortável com a presença do outro. No final, foi muito útil quando as câmeras estavam rolando, porque nós podíamos antecipar os movimentos e pensamentos um do outro.”

O ator admitiu que após passar vários meses no ambiente todo branco de Equals, ele quase quis “correr e comprar um monte de camisas loucas e jeans e coisas assim, mas eu não fiz isso.” No set, as roupas eram todas brancas, os sapatos eram brancos, todas as paredes de cada prédio também eram pintadas de branco.

“Mas esse visual do set e as roupas foi perfeito,” disse Hoult. “Realmente nos coloca no humor do filme. Nós precisávamos desse minimalismo para ajudar a expressar a falta de emoções que estava existindo nesse futuro louco. Como atores, foi uma grande ajuda.”

Em ‘Equals’, foi a primeira vez que Hoult trabalhou no Japão. “Eu fui uma vez quando tinha 12 anos, mas não tinha voltado desde então. Eu acho que para muitos de nós, uma grande parte de fazer esse filme foi que nós estávamos todos juntos. Estávamos longe de casa, experienciando essa terra nova e inexplorada pela maioria de nós. Nós passamos muito tempo juntos quando não estávamos trabalho, e então voltávamos juntos para o trabalho. Nos aproximou como pessoas.”

Novamente voltando para o tema básico de ‘Equals’, Hoult disse que ele ficou intrigado com o conceito que alguns colocaram adiante – a tentativa de negar as emoções negativas no mundo. “Claro, seria legal se houvesse um mundo sem guerra, ou pessoas matando uma as outras ou roubando. Mas isso é uma filosofia tão estranha. Quando você desliga suas emoções ruins, você provavelmente vai perder as boas, também. Não, a vida é simplesmente carregada com esses altos e baixos. Você tem que aceitar o mal para apreciar as coisas boas que vem em seu caminho. Todos esses sentimentos e emoções de alguma forma originam-se do mesmo lugar.”

Fonte

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